Confira !!
Para a Ubisoft , não é nada estranho produzir jogos usando cenários políticos ou fatos históricos, Jogos como Assassin's Creed, Ghost Recon Wildlands, Farc Cry 5 e The division 2 que apresentam commo´pano de fundo fatos histórcos e/ou eventos atuais.
Entretanto, a empresa diz que os seus jogos não são políticos, pois, em uma declaração recentemente esclarecida por Yves Guillemot, foi dito que eles querem que os jogadores cheguem a suas próprias conclusões sobre quaisquer tópicos que seus jogos representem. E ontem foi divulgada uma entrevista com o vice-presidente de redação, Tommy Francois, aprofundando um pouco mais sobre esse assunto, delineando por que a empresa não quer assumir posições hardline.
"Acreditamos que os jogos devem oferecer uma visão de 360 graus da vida, devem permitir que as pessoas interajam com todos os pontos de vista", disse François. "Se o meu jogo fosse definido durante o conflito do Vietnã, por exemplo, nós quereríamos o Viet Minh, o vietcongue ... basicamente o ponto de vista de todos. E isso se relaciona com as pessoas que criam suas próprias opiniões e nossa capacidade de criar mais jogos maduros que são matizados, versus ser preto ou branco ".
De acordo com ele, o objetivo é o de abrir a visão (e também o pensamento) dos jogadores sobre diferentes pontos de vista, mas também deixá-los tirar de seus jogos o que eles querem. "Se as pessoas querem se divertir e não querem se envolver com alguns desses sistemas, eu também sou legal com isso", diz François. "As pessoas que apenas querem se divertir, e não serem expostas a esses pontos de vista, ou experimentá-lo em um nível mais profundo, devem ser capazes de fazer o que quiserem."
Mas, François também reconhece que essa tentativa de ser muito objetivo pode fazer com que os jogadores se afastem de algo simpático a certos aspectos negativos dos cenários usados nos jogos da Ubisoft, ou atraídos por eles. Se alguém se apaixona pela ideia de se juntar a um culto depois de jogar Far Cry 5, por exemplo, François diz que odiaria que isso acontecesse. "Eu sinceramente espero que nunca tenhamos esse impacto, e que não façamos alguém pensar que um culto é um ótimo lugar para ir", diz ele.
Paraver a entrevista completa, clique aqui.
Minha opinião:
Pode-se tirar muitas conclusões sobre a entrevista mas não creio ser possível a criação de um jogo bem "objetivo" conforme diz François. Sabe-se que a mídia usa uma complexa rede de idéias, ideais e sinais implicitos ou explícitos e também usa simbologia, até quando tenta-se garantir uma certa veracidade a um argumento ( afinal quando este é enquadrado errado em certas questões gerealmente causa problemas) e também deve-se mencionar a visão dos criadores de jogos, que pode ser preconceituosa sobre determinados assuntos .
E como professor de história posso afiramr que os jogos que contam com fatos históricos (querendo ou não assumir posição), podem e devem servir de palco para debates am salas de aulas principalmente para abordar novas prerspectivas sobre os temas que se baseiam em fatos hitóricos apontados por eles .
No que se refere a Gamificaçãõ como diversão. lúdica, etc.. é necessário observar que sempre existirá o princípio de desafio e recompensa. A indagação que faço é : Até que ponto o jovem está interessado em analisar os fatos históricos, apresentados, ou eles querem apenas passar de fase? As famílias/educadores estão preparadas para orientarem os seus filhos(as) para fazerem a análise/consequência dos fatos históricos e outros que são apresentados no jogos?
Até a próxima !

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